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Funcionário embriagado no trabalho não pode ser demitido por justa causa

Postado por Sem Drogas em 26-05-2016 com nenhum comentário

A empresa não pode demitir por justa causa um funcionário que está aparentemente alcoolizado e/ou sob efeito de outra droga.

 

O funcionário deve ser advertido e, caso o episódio se repita, de ser encaminhado a tratamento.

 

O entendimento do TST (Tribunal Superior do Trabalho) foi aplicado no caso da demissão de um supervisor de movimentação de cargas em plataforma de petróleo.

 

A justa causa só se justifica se o funcionário tiver sido encaminhado para tratamento e ainda assim a situação repita-se.

 

O tribunal também avaliou, que para atestar a gravidade da falta, é necessário comprovar o grau de embriaguez do trabalhador. A demissão não pode ser justificada somente em suposto cheiro de álcool, à exemplo do caso da demissão do supervisor de movimentação de cargas.

 

Nesse caso, o tribunal decidiu reverter a demissão por justa causa do ex-funcionário. Desse modo o supervisor terá direito a verbas rescisórias garantidas nas dispensas sem justa causa.

 

Qual é a regra?

* Se o funcionário comparecer ao serviço bêbado, poderá levar advertência caso apresente mau comportamento e indisciplina;

* Se o caso repetir-se , a empresa não pode demiti-lo por justa causa

A empresa deve encaminhar o funcionário para tratamento.

 

Tratamento

* O funcionário tem direito ao auxílio doença caso a perícia do INSS confirme que tem dependência alcoólica ou de outros entorpecentes;

* A demissão por justa causa só poderá ocorrer se o funcionário voltar a trabalhar bêbado após o tratamento.

 

Fonte: TST e advogado Alan Balaban Sasson

Folha UOL

 

A Clinica Verde Vale oferece tratamento protegido na modalidade voluntária e involuntária.

 

Funcionários de empresas podem encaminhar o auxilio doença para garantia dos seus direitos. A Clinica Verde Vale assessora sem custos o auxilio para os encaminhamentos de pacientes internados.

 

Informações pelos fones (47) 9234-1746 / 8808-9169 / 3371-0178

ou pelo e-mail contato@clinicaverdevale.com.br

Publicado em: Alcoo, Destaques, Legislação

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Fábrica de cigarros clandestinos iria abastecer vendedores no Brás

Postado por Sem Drogas em 26-05-2016 com nenhum comentário

Fábrica de cigarros clandestinos iria abastecer vendedores no Brás

Material seria vendido como maços paraguaios; 13 pessoas foram presas.

Polícia apreendeu duas toneladas de fumo em Vargem Grande Paulista.

 

A fábrica de cigarros clandestinos fechada pela polícia no domingo (22), em Vargem Grande Paulista, na Grande São Paulo, iria abastecer vendedores do Brás, no centro da capital, informou o SPTV. A polícia prendeu 13 pessoas em flagrante. Os maços eram produzidos no Brasil, mas vendidos como se tivessem sido contrabandeados do Paraguai.

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Publicado em: Noticias

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Editora tira referencia ao álcool do Manual do Escoteiro Mirim

Postado por Sem Drogas em 26-05-2016 com nenhum comentário

A Editora Abril pensou melhor e resolveu retirar as referências a bebidas alcoólicas da nova edição do “Manual do Escoteiro Mirim”, que chega nesta semana às bancas de revistas e livrarias. Ao todo, eram duas citações: as receitas do “coquetel do escoteiro mirim”, em que o livro recomendava colocar conhaque, e a do “leite com menta”, que levava álcool de menta.

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Publicado em: Alcoo, Família

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Tratamento para depressão combina psicoterapia e remédios

Postado por Sem Drogas em 07-05-2016 com nenhum comentário

Como qualquer doença, a depressão é mais facilmente tratada se diagnosticada no início

Como qualquer doença, a depressão é mais facilmente tratada se diagnosticada no início

 

Além do componente emocional, a depressão também tem causa orgânica, por isso a maioria dos casos é tratada com antidepressivo aliado à terapia. É importante, portanto, saber que a depressão é uma doença e que, como qualquer doença é mais facilmente tratada se diagnosticada ainda no início.

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POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A PREVENÇÃO DOS DANOS RELACIONADOS AO CONSUMO DE ÁLCOOL

Postado por Sem Drogas em 06-05-2016 com nenhum comentário

O consumo de álcool representa um grande desafio social, econômico e de saúde a afetar milhões de pessoas em todo o mundo. Não existe uma solução única para esse complexo problema, a que se somam as dificuldades específicas de diferentes governos em lidar com a questão do consumo do álcool e implementar as medidas necessárias para diminuí-lo entre suas populações.

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Que droga é essa?

Postado por Sem Drogas em 04-05-2016 com nenhum comentário

As drogas modificadas quimicamente são mais comuns do que parece.

E como se não bastasse, elas ainda representam um perigo ainda maior aos usuários.

O Jornal da Record realizou uma série de reportagens sobre Drogas Sintéticas

Vale a pena conferir

Clique aqui e acesse as matérias

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Por que não devemos dar bebidas alcoólicas para crianças?

Postado por Sem Drogas em 01-05-2016 com nenhum comentário

Quantas pessoas até acham bonito que uma criança experiente bebidas alcoólicas? “É só um gole, para não ficar com vontade”, dizem.  Infelizmente, isso é algo muito comum e tenho certeza que, assim como eu, você já presenciou cenas em que um adulto permite que uma criança beba. E por mais que um gole possa parecer inofensivo para alguns, na verdade não é. Explicarei a seguir o porquê não devemos dar bebidas alcoólicas para crianças.

 

Uma pesquisa realizada pela Universidade Brown, que fica nos Estados Unidos, acompanhou mais de 500 adolescentes por três anos. Foi descoberto que oferecer bebida às crianças, mesmo em pequenos goles, pode ter um importante impacto no hábito de beber álcool durante a adolescência.

 

Dentre os jovens que participaram da pesquisa, aqueles que tinham o costume de provar a bebida dos pais estavam mais propensos a entornar um copo inteiro antes 15 anos. A chance de ficar bêbado era quatro vezes maior em comparação com quem não compartilhava o drink dos mais velhos.

 

Os pesquisadores chamam atenção para a ideia de que alguns pais têm de que introduzir o álcool cedo e dentro de casa ensina os filhos a beber com responsabilidade. “Nossos estudos provam o contrário”, explica a pesquisadora Kristina Jackson, do Centro de Estudos de Álcool e Dependência na Universidade Brown, em Rhode Island.

 

Portanto, o melhor a se fazer é evitar goles de bebidas alcoólicas às crianças. Em vez disso, o melhor é orientá-las sobre o álcool conforme a idade.

 

Fonte: alcoolismo.com.br

Publicado em: Artigos

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OMS: cannabis é droga ilícita mais consumida no mundo, com 180 milhões de usuários

Postado por Sem Drogas em 27-04-2016 com nenhum comentário

A cannabis é a droga psicoativa ilícita mais usada no mundo, com mais de 180 milhões de usuários globalmente. Apesar disso, segundo novo relatório divulgado este mês pela Organização Mundial de Saúde (OMS), ainda há menos conhecimento sobre seus efeitos sociais e na saúde quando comparado ao álcool e ao tabaco.

 

Somente na Europa, 11,7% dos jovens (com idade entre 15 e 34 anos) usaram cannabis no ano passado. Foto: EBC

 

A cannabis é a droga psicoativa ilícita mais usada no mundo, com mais de 180 milhões de usuários globalmente. Apesar disso, segundo novo relatório divulgado este mês pela Organização Mundial de Saúde (OMS), ainda há menos conhecimento sobre seus efeitos sociais e na saúde do que em relação ao álcool e ao tabaco.

A estimativa da OMS é de que haja 181,8 milhões de usuários de cannabis — em suas preparações mais comuns, como maconha e haxixe — com idade entre 15 e 64 anos no mundo.

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Publicado em: Drogas, Noticias

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Festival termina com a morte de 5 pessoas em Buenos Aires

Postado por Sem Drogas em 22-04-2016 com nenhum comentário

Outras cinco pessoas estão internadas inconscientes. Ecstasy foi encontrado no corpo das vítimas

Guarda vasculha portaria de festival musical onde cinco jovens morreram em Buenos Aires, Argentina(REUTERS/Agustin Marcarian/VEJA)

Cinco jovens morreram neste sábado e outros cinco permanecem inconscientes em hospitais de Buenos Aires após o festival de música eletrônica Time Warp, realizado no complexo de Costa Salguero, que foi cancelado depois do incidente pela organização. Segundo o diretor do Sistema de Atendimento Médico de Emergências (Same), Alberto Crescenti, as vítimas, com idades entre 20 e 30 anos, teriam consumido drogas durante o evento.

 

Segundo reportagem do jornal argentino Clarín, os primeiros resultados da autópsia dos mortos indicam que eles usaram ecstasy. A equipe do Hospital Fernández, onde os exames toxicológicos estão sendo realizados, continua a investigar a causa das mortes.

 

Dois dos jovens morreram ainda na festa, enquanto outros três só faleceram no sábado. Já os cinco internados estão em “estado gravíssimo”. “Eles não estão respirando sozinhos, chegaram aos hospitais praticamente em coma”, explica Crescenti.

 

 

Publicado em: Noticias

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ALCOOLISMO EM MULHERES

Postado por Sem Drogas em 20-04-2016 com nenhum comentário

O metabolismo do álcool nas mulheres não é igual ao dos homens. Se administrarmos para dois indivíduos de sexos opostos a mesma dose ajustada de acordo com o peso corpóreo, a mulher apresentará níveis alcoólicos mais elevados no sangue.

A fragilidade aos efeitos embriagadores do álcool no sexo feminino é explicada pela maior proporção de tecido gorduroso no corpo das mulheres, por variações na absorção de álcool no decorrer do ciclo menstrual e por diferenças entre os dois sexos na concentração gástrica de desidrogenase alcoólica (enzima crucial para o metabolismo do álcool). Por essas razões, as mulheres ficam embriagadas com doses mais baixas e progridem mais rapidamente para o alcoolismo crônico e suas complicações médicas. Doenças do fígado Num dos estudos mais completos sobre o tema foram acompanhadas 13 mil pessoas durante mais de 12 anos. Nele foi possível demonstrar: 1) Para todos os níveis de consumo alcoólico, as mulheres correm mais risco de desenvolver doenças hepáticas do que os homens; 2) Para os mesmos níveis de ingestão, o risco de cirrose nas mulheres é três vezes maior; 3) Mulheres que tomam de 28 a 41 drinques por semana (1 drinque = 1 copo de vinho = 1 lata de cerveja = 50 ml de bebida destilada) apresentam risco de cirrose 16 vezes maior do que o dos homens abstêmios. Doenças cardiovasculares A análise dos dados de dezenas de milhares de mulheres acompanhadas no “Nurses’ Health Study” revelou que tomar dois ou três drinques diários aumenta o risco de surgir hipertensão arterial em 40% e a probabilidade de acontecer derrame cerebral hemorrágico. Nas mulheres que bebem mais do que três drinques por dia o risco de hipertensão arterial duplica. Mulheres que abusam de álcool desenvolvem também miocardiopatias mesmo usando doses mais baixas do que os homens. Câncer de mama A meta-análise de seis estudos importantes mostrou que mulheres habituadas a ingerir de 2,5 a 5 drinques por dia, apresentam probabilidade 40% maior de desenvolver câncer de mama. Esse risco aumenta 9% para cada 10 gramas de álcool (cerca de 1 drinque) diárias. Osteoporose O efeito inibidor da remodelação óssea do álcool é fenômeno bem conhecido em ambos os sexos. Mulheres com menos de sessenta anos que tomam de dois a seis drinques por dia têm risco maior de fratura de colo de fêmur e de antebraço. Distúrbios psiquiátricos Todos eles são mais prevalentes em mulheres que abusam de álcool do que em homens que o fazem e do que em mulheres abstêmias. A única patologia mais freqüente no alcoolismo masculino é a personalidade anti-social. A prevalência de depressão em mulheres que abusam de álcool é de 30% a 40%. Estudos demonstram que a maior parte dessas mulheres bebe como forma de se livrar dos sintomas associados a quadros de depressão primária. Anorexia e bulimia estão presentes em 15% a 32% das que abusam de álcool. Mulheres que abusam de álcool tentam o suicídio quatro vezes mais frequentemente do que as abstêmias. Consequências para o feto A ingestão de álcool durante a gravidez pode provocar distúrbios fetais que vão do retardo de desenvolvimento à chamada síndrome alcoólica fetal, caracterizada por anormalidades físicas comportamentais e cognitivas. Consumo de álcool durante a gravidez é considerado a principal causa evitável dessas anormalidades na infância. Consequências psicossociais Problemas familiares são mais comuns entre mulheres que abusam de álcool (entre os homens são os problemas legais e aqueles relacionados com o trabalho). O alcoolismo torna as mulheres mais sujeitas a agressões físicas. Mulheres que consomem quantidades exageradas de álcool geralmente vivem com parceiros que também abusam da bebida. Autor: Drauzio Varella

Publicado em: Drogas

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