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Vendida como LSD, nova droga sintética desafia autoridades

Postado por Sem Drogas em 06-06-2016 com nenhum comentário

Encontrado em selos, na maioria das vezes, o NBOMe tem efeitos similares aos da dietilamida do ácido lisérgico e explica o aumento de 180% nas apreensões de LSD pela polícia. Droga já causou a morte de um estudante na USP

 

Perito criminal Rafael Ortiz mostra unidades de NBOMe apreendidas pela Polícia Federal no Rio Grande do Sul Foto: Lauro Alves / Agencia RBS

 

No velódromo da Universidade de São Paulo (USP), na zona oeste da capital paulista, uma festa acaba em tragédia. O estudante Victor Hugo dos Santos, de 20 anos, morre após ingerir uma substância alucinógena.

Três jovens com idades entre 17 e 20 anos compram uma droga em pó, em Caxias do Sul, pensando ser cocaína. Cheiram minutos depois. De forma quase instantânea, passam mal e começam a ter convulsões. São levados às pressas a um hospital da cidade. Um deles entra em coma, os outros dois são medicados e recebem alta.
Os dois casos, um deles de grande repercussão em setembro do ano passado, em São Paulo, e o outro no mês passado, na serra gaúcha, têm um personagem em comum: o NBOMe, nova droga sintética que engana usuários e preocupa autoridades em todo país.

 

O Rio Grande do Sul é o terceiro, junto com o Rio Grande do Norte, no ranking de apreensões de NBOMe da Polícia Federal. Os dois estados concentram 7,78% das 10 mil unidades apreendidas. A maioria é encontrada em São Paulo (31,11%) e no Paraná (13,33%).
Apesar de ser vendido como se fosse LSD — na maioria das vezes em selos com desenhos —, é mais forte que a dietilamida do ácido lisérgico, além de possuir alto nível de toxicidade. O gosto amargo é a principal diferença em relação ao entorpecente original, conhecido como “doce”.

 

— O NBOMe tem um mecanismo de ação muito similar ao do LSD. É um alucinógeno, o que é buscado pelo usuário. Só que os efeitos tóxicos são muito mais graves ao organismo. Há alto risco de overdose em doses menores da droga — afirma o perito criminal da Polícia Federal Rafael Ortiz.

A concentração do princípio ativo encontrado em doses de NBOMe pode ser até 40 vezes mais alta do que no LSD, dependendo da forma como é consumido. Além disso, o tempo de ação da droga no organismo chega a 12 horas, quase o dobro da duração média da dietilamida do ácido lisérgico.

 

 

  1. A substância age dependendo da forma como é consumida. Se for cheirada ou fumada, atua de maneira mais rápida. Se for ingerida na forma de selos, os efeitos demoram um pouco mais. O tempo varia de acordo com a dose da droga e do comportamento do organismo de cada usuário. Há possibilidade de overdose e risco de morte.
  2. Entra pela corrente sanguínea e atinge o cérebro.
  3. Age no córtex cerebral, hipocampo, sistema límbico.
  4. Efeitos: formigamento do corpo, alucinações visuais e auditivas, perda do senso de tempo e espaço, pânico, taquicardia, convulsões e hipertermia.

 

O NBOMe, também encontrado em pó, líquido, cápsulas ou comprimidos, provoca efeitos como formigamento do corpo, alucinações visuais e auditivas, perda do senso de tempo e espaço, pânico, taquicardia, convulsões e hipertermia.

— A viagem, como os usuários falam, é mais longa e mais pesada. Tudo isso acaba sendo uma propaganda para o traficante, que convence os usuários dizendo que é LSD “do bom”. Na realidade, o que ele está vendendo é o NBOMe, muito mais agressivo — salienta o delegado Mário Souza, do Departamento Estadual do Narcotráfico (Denarc) da Polícia Civil.

Somente em 2015, o Denarc registrou um salto de quase 180% no número de apreensões de LSD, na comparação com 2014. A explicação para o aumento está no surgimento do NBOMe, que só pode ser detectado depois da apreensão, na perícia.

 

 

Conhecida também como NBOMB ou Pandora, a droga foi sintetizada pela primeira vez em 2003, na Alemanha. Em laboratórios clandestinos, traficantes descobriram uma maneira efetiva de burlar a legislação. Modificaram a estrutura molecular de alucinógenos, como o LSD, e produziram a nova droga, escapando de laudos periciais por se tratar de um composto até então desconhecido das autoridades.

Em pouco tempo, começou a circular na Europa e nos Estados Unidos. No Brasil, foi identificada apenas em 2013 como produto do tráfico de drogas sintéticas.

 

 

— Há relatos anteriores. Nós fizemos uma análise em laudos da Polícia Federal e encontramos um aumento drástico na presença da substância entre 2012 e 2015. Neste ano, somente nos primeiros cinco meses, o número de solicitações de perícia para identificar a presença de NBOMe em apreensões foi praticamente o mesmo que em todo o ano de 2013 — aponta o farmacêutico bioquímico Carlos Alberto Wayhs, que pesquisa o perfil das apreensões de NBOMe no Brasil.

 

O perito da Polícia Federal Rafael Ortiz ressalta que há uma dificuldade para identificar a droga, o que ajuda a explicar o desconhecimento técnico — e até da sociedade em geral — sobre a droga:
— O NBOMe é apreendido como se fosse LSD, inclusive para a polícia. Somente na hora da perícia, num momento posterior, é que conseguimos detectar a presença da substância.

 

Via ZH Notícias

 

 

 

Publicado em: Destaques, Drogas, Família

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A multiplicação das drogas

Postado por Sem Drogas em 05-06-2016 com nenhum comentário

PÚBLICO-ALVO - Jovens dançam numa rave movida a drogas. As substâncias ilícitas se multiplicam (Foto: Editoria de Arte ÉPOCA sobre foto de David Ramos/Getty Images)

 

Em 2011, a polícia brasileira conhecia oito tipos de drogas. Agora são 30. Traficantes não sabem o que vendem; jovens não sabem o que tomam. O que fazer?

 

Uma denúncia anônima levou a Polícia Federal a prender, em julho, uma brasileira que desembarcava no aeroporto internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, vinda de Foz do Iguaçu. Numa cinta abdominal, ela escondia uma substância identificada pelos policiais federais como LSD. A passageira já fora condenada por tráfico e cumpria pena em regime aberto. Oito dias depois, foi solta. A prisão foi revogada pela Justiça porque o laudo pericial atestou que a substância encontrada não era LSD, mas 2C-I, um alucinógeno mais potente. Ele parece cocaína, mas tem um nome mais simpático, smiles, o mesmo das carinhas amarelas, símbolo mundial de felicidade. A família de drogas 2C é ilegal nos Estados Unidos, onde seu uso foi relacionado a mortes de adolescentes. Ela ainda não foi proibida no Brasil. Continue lendo…

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Novas drogas, novos perigos

Postado por Sem Drogas em 05-06-2016 com nenhum comentário

 

Novas drogas sintéticas atraem um número maior de usuários no mundo todo. Uma reportagem do Fantástico, da TV Globo, mostrou grandes quantidades de drogasapreendidas pela Polícia Militar, em São Paulo. Eram substâncias pouco conhecidas no país: a metilona e a 25I-NBOMe.

A metilona produz efeitos semelhantes aos do ecstasy (MDMA). É um derivado das anfetaminas. Portanto, um estimulante que gera euforia e dá mais energia, e que também pode alterar a percepção sensorial. Produz taquicardia e elevação da temperatura corporal. Isso pode levar a hipertermia, desidratação, arritmias cardíacas, convulsão e até à morte.

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Novo tipo de droga é apreendido em casa noturna

Postado por Sem Drogas em 05-06-2016 com nenhum comentário

A Polícia Civil de S. J. do Rio Preto apreendeu na madrugada deste sábado (4), 5 selos de uma droga sintética conhecida como 25I-NBOMe, chamada popularmente de 25I. A droga é nova no Noroeste Paulista. A polícia também apreendeu comprimidos de ecstasy e selos de LSD.
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Carga de LSD avaliada em R$ 6 milhões é apreendida no Galeão

Postado por Sem Drogas em 05-06-2016 com nenhum comentário

Segundo Receita Federal, a apreensão é a maior na história no aeroporto

A Receita Federal apreendeu 132 cartelas de LSD avaliadas em mais R$ 6 milhões no aeroporto do Galeão, zona norte do Rio. De acordo com o inspetor do órgão Fernando Fragas, a apreensão é a maior da história no aeroporto.

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Apreendida na Colômbia mais de 1t de cocaína destinada à Holanda

Postado por Sem Drogas em 05-06-2016 com nenhum comentário

Bogotá, 5 Jun 2016 (AFP) – Mais de uma tonelada de cocaína, que seria camuflada em uma carga de bananas com destino à Holanda, e que supostamente pertencia ao grupo Clã Úsuga, foi apreendida no norte da Colômbia, informou a polícia neste sábado.

 

“Conseguiu-se a apreensão de 1.056 quilos de cloridrato de cocaína, cujo destino era o porto de Roterdã, na Holanda”, explicou o coronel Ricardo Alarcón, vice-diretor da brigada antinarcóticos da Polícia Nacional.

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Polícia encontra quase uma tonelada de cocaína com quadrilha em Guarulhos

Postado por Sem Drogas em 05-06-2016 com nenhum comentário

Polícia prende quadrilha e apreende 960 quilos de entorpecente escondidos em carroceria

A Polícia Civil deteve uma quadrilha de traficantes e apreendeu quase uma tonelada de cocaína em Guarulhos, na Grande São Paulo. A prisão foi realizada no início da noite desta sexta-feira (03) por investigadores do Núcleo de Roubo de Cargas do município.

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Relatório destaca aumento no consumo de cannabis e volta do ecstasy na Europa

Postado por Sem Drogas em 04-06-2016 com nenhum comentário

O aumento no consumo de cannabis, o retorno do ecstasy e a expansão do tráfico de drogas na internet são as principais conclusões do relatório de 2016 do Observatório Europeu de Drogas e Dependência Química (OEDT), apresentado nesta terça-feira.

 

Mais de 88 milhões de adultos, ou seja, mais de um quarto das pessoas com idades entre 15 e 64 anos já usaram drogas ilícitas na União Europeia, recordou o OEDT no seu relatório anual, apresentado em Lisboa.

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Mortes por overdose de heroína e consumo de ecstasy aumentam na Europa

Postado por Sem Drogas em 04-06-2016 com nenhum comentário

As mortes por overdose de heroína estão a aumentar e o consumo de ecstasy está novamente a crescer, revela o relatório europeu de drogas, confirmando ainda a tendência de aumento de consumo e potência da cannabis já verificada anteriormente.

O ‘Relatório Europeu sobre Drogas 2016: Tendências e Evoluções’, hoje apresentado, destaca novos riscos para a saúde devido à mudança dos produtos e dos padrões de consumo.

Publicado em: Drogas

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Funcionário embriagado no trabalho não pode ser demitido por justa causa

Postado por Sem Drogas em 26-05-2016 com nenhum comentário

A empresa não pode demitir por justa causa um funcionário que está aparentemente alcoolizado e/ou sob efeito de outra droga.

 

O funcionário deve ser advertido e, caso o episódio se repita, de ser encaminhado a tratamento.

 

O entendimento do TST (Tribunal Superior do Trabalho) foi aplicado no caso da demissão de um supervisor de movimentação de cargas em plataforma de petróleo.

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Publicado em: Alcoo, Destaques, Legislação

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